quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Série Saúde – Farmacinha em Casa

Olá Amigos!!!

série saúde

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Espero que seja bem útil. Cada vez que vocês verem um número dentro de parênteses assim (1), terá no final da matéria a referência a ele com as informações.

Este é o segundo post da Série Saúde, aos poucos vou abordando várias questões de interesse de todos os pais, afinal informação nunca é demais!!

Farmacinha Doméstica

 

farmacinha 

Preciso ter um kit de primeiros socorros?

Você não precisa ter exatamente um kit, daqueles comprados prontos, mas é bom manter sempre em casa uma série de remédios básicos. Não é necessário um estojo especial para guardar os remédios e materiais, mas é útil ter uma bolsinha que facilite a organização e o transporte no caso de você viajar ou passar o dia fora. A farmacinha precisa ficar longe do alcance do bebê e de outras crianças da casa.

Números de emergência

Um dos itens mais importantes além da farmacinha doméstica é a lista de telefones de emergência (1). Tenha duas cópias: uma num lugar bem visível da casa, como a porta da geladeira, por exemplo, e outra dentro da sua carteira. A lista de números deve ter:
• Telefones do pediatra (consultório e celular, se possível)
• Número da carteirinha do plano de saúde do bebê
• Endereço do hospital mais próximo
• Nomes e telefones de dois vizinhos ou familiares que morem perto (para o caso de você precisar de ajuda, como tomar conta de um dos filhos ou uma carona até o hospital).
• Números de emergência (Bombeiros, informações sobre intoxicação etc).

O que sua farmacinha deve ter

Veja algumas sugestões para compor sua farmácia doméstica:

• Termômetro

• Analgésico/antitérmico líquido ou em gotas. Já pergunte na consulta de rotina com o pediatra qual tipo usar, qual a dose e em que situações você pode dar esses medicamentos à criança. Normalmente os médicos indicam o paracetamol para crianças menores de 6 meses. Deixe o remédio sempre fora do alcance das crianças, e verifique regularmente o prazo de validade.

• Loção ou creme para picadas de inseto (3) ou queimaduras de sol (3), recomendados pelo pediatra para a idade do seu filho. Lembre-se de que crianças de menos de 2 anos não podem usar produtos que contenham cânfora, ingrediente comum nesse tipo de loção ou pomada.

• Líquido bactericida (por exemplo os à base de clorexidina) ou água oxigenada para limpeza de cortes e machucados.

• Curativos adesivos para machucados.

• Embalagens pequenas de compressas de gaze.

• Um rolo de atadura de gaze.

• Um rolo de esparadrapo antialérgico ou fita microporo.

• Uma tesoura afiada para cortar a gaze.

• Pinça para retirar ferrões ou farpas.

• Soro fisiológico

• Solução nasal à base de cloreto de sódio e sem conservantes

• Protetor solar infantil (não recomendado para bebês com menos de 6 meses).

Repelente de insetos (4) infantil (consultar o pediatra para saber a partir de que idade usar).

• Seringa, conta-gotas, colher ou copinho com medição para administrar remédios para crianças.

• Se seu filho tem asma ou é alérgico a insetos ou a alimentos como amendoim, castanhas ou frutos do mar, é muito importante carregar sempre com você o remédio receitado pelo médico para o caso de emergência, e manter outra caixa na sua farmácia doméstica. Verifique com frequência o prazo de validade. Converse detalhadamente com o pediatra para saber qual remédio usar em cada tipo de situação.

• Outros medicamentos: pergunte ao pediatra se ele recomenda algum medicamento específico para você ter em casa. Alguns médicos orientam famílias a manter em casa supositórios de antitérmico, para febres muito altas em que a criança esteja vomitando, por exemplo. Um remédio antigases também pode ser útil numa dor de barriga no meio da madrugada.

Preciso ter mais de um kit de remédios?

Depende do seu estilo de vida. Se você sai muito com seu filho e passa o dia todo fora, por exemplo, pode querer ter uma "minifarmácia" na bolsa. Dá para montar um segundo kit na casa dos avós, por exemplo, ou numa casa de lazer, como sítio ou praia. Não se esqueça de deixar tudo longe das mãozinhas curiosas e sempre em um local bem ventilado.

1- Telefones de emergência

Escrito para o BabyCenter Brasil

Imprima, preencha todos os dados e mantenha a ficha sempre à mão: a porta da geladeira é um bom lugar. Carregue-a com você se precisar levar a criança ao hospital.


• MÃE:
Telefones: _____________ (celular) - _____________ (trabalho)
• PAI:
Telefones: _____________ (celular) - _____________ (trabalho)
• Parentes ou amigos que morem perto
Nome:
Telefones: ______________ (celular) - ________________ (casa)
Nome:
Telefones: ______________ (celular) - ________________ (casa)
• PEDIATRA:
Telefones: ______________ (celular) - ______________ (consultório)
• POLÍCIA: 190
• AMBULÂNCIA: 192
• BOMBEIROS: 193
• Intoxicações e envenenamento: 0800-0148110

(Obs: números válidos em quase todos os Estados do Brasil. Teste os números quando estiver preenchendo a folha)


• HOSPITAL MAIS PRÓXIMO:
Endereço:
• Telefone do ponto de táxi mais próximo:
• Telefone do serviço de radiotáxi:
PLANO DE SAÚDE:_______________________ - Categoria:________________
• Número da carteirinha:
• Telefone:

2- Intoxicação e envenenamento acidental

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

O que preciso saber sobre intoxicação e envenenamento acidental?

Todas as crianças, principalmente quando bem pequenas, põem as coisas na boca. É assim que elas exploram o mundo que as cerca: conhecem o mundo pela boca. Por esse motivo, centenas de crianças sofrem algum tipo de intoxicação acidental todos os anos. Dá para evitar grande parte do perigo tirando materiais tóxicos e remédios do alcance delas, mas ainda assim acontecem acidentes, e é bom estar informado e saber o que fazer em caso de emergência.

A primeira providência é ligar para um centro de atendimento toxicológico (Ceatox). O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, mantém atendimento 24 horas pelo telefone 0800-0148110 para orientar sobre o atendimento em casos de envenenamento ou intoxicação.

Procure guardar a embalagem do produto ingerido, e informe o peso e a idade da criança ao atendente. Anote este número e o deixe sempre à mão (na porta da geladeira ou na agenda telefônica da casa, por exemplo).
Importante: Não provoque o vômito na criança nem dê nada a ela antes de receber orientação especializada.

Nem todas as substâncias são perigosas, mas outras aparentemente inofensivas podem ser até fatais. O grande perigo é as crianças pegarem o produto e tomarem grandes quantidades sem que os pais percebam.

Para crianças de menos de 6 anos, por exemplo, são muito tóxicos, se isso acontecer: vitaminas com ferro, inseticidas, água sanitária, paracetamol, pomadas anestésicas. Produtos de limpeza em geral também provocam muitos acidentes, em especial os clandestinos, que podem conter substâncias não-regulamentadas e que são vendidos em embalagens de bebidas.

Como evitar envenenamentos?

A melhor estratégia é o excesso de cautela. Encare todos os produtos de limpeza, remédios e produtos de beleza como coisas perigosas para o seu filho. Guarde os remédios num armário a mais de 1,5 metro de altura, ou então em caixas ou gavetas trancadas. Não se esqueça de que crianças pequenas são espertas e podem arrastar cadeiras para alcançar lugares altos, portanto não confie 100 por cento no método "lugares altos".
Tenha cuidado especial com produtos para desentupir pias, que contêm substâncias que causam graves queimaduras internas -- a maior parte deles possui soda cáustica (hidróxido de sódio) em sua formulação. Atenção com os remédios que carregar na bolsa, e com a bolsa de visitas. Não deixe seu filho brincar com recipientes de remédio, mesmo que vazios ou ainda que tenham travas especiais contra crianças.

Redobre a cautela quando estiver na casa de outras pessoas, principalmente se não morarem crianças ali: é muito mais provável que haja substâncias perigosas à mão. Veja abaixo alguns itens perigosos:

• Produtos de limpeza. Os mais prejudiciais são desentupidores de pia, limpadores de forno, água sanitária, detergente de máquina de lavar louça e alvejantes com cloro. Mas todos possuem algum potencial de risco, por isso não os deixe ao alcance do seu filho. Mesmo que ele não os engula, pode passá-los na pele ou nos olhos, causando queimaduras.

• Remédios. Mesmo os medicamentos infantis são perigosos. Mantenha-os sempre em local inacessível, e não se refira a remédios como "docinho" ou "balinha" para incentivar seu filho a tomá-los. Não dê remédio ao seu filho no escuro, para evitar trocas, e cuidado com embalagens parecidas de medicamentos infantis e adultos, com o mesmo nome. A confusão (e até as mães mais atentas podem se confundir) pode causar superdosagem.

• Cosméticos. Guarde-os sempre em lugar alto. O perfume pode atrair o interesse da criança.

• Plantas, especialmente o filodendro.
Procure conhecer as plantas que tem em casa e, em caso de vir seu filho comendo alguma, guarde o que restar dela para eventual identificação. Também são tóxicas: copo-de-leite, bico-de-papagaio, comigo-ninguém-pode, coroa-de-cristo, sementes de mamona, urtiga e saia branca (trombeteira). Cuidado também na hora de podar as plantas: crianças podem ter acesso à seiva.

• Solventes, querosene, parafina e produtos para polir metal.

• Inseticidas e pesticidas.

• Substâncias destinadas a adultos. O tabaco pode ser letal para uma criança. Um bebê pode até morrer se comer um cigarro. Bebidas alcoólicas também são extremamente perigosas.

Onde conseguir ajuda

Em caso de envenenamento acidental, ou se você achar que deu o remédio errado ao seu filho, telefone para o número gratuito 0800-0148110 (Ceatox-SP), que funciona 24 horas e atende todo o país.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária também mantém um número central para informações sobre intoxicação: 0800-7226001. A ligação é grátis.
Existem vários outros centros, como o Centro de Controle de Intoxicações da Prefeitura de São Paulo, que atende pelo telefone 0800-7713733. Para saber endereços e telefones de centros de atendimento à intoxicação em todo o país, consulte a lista do site da Anvisa.

 

3- Queimadura de sol (0 a 1 ano)

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Meu filho acabou se queimando demais no sol. O que posso fazer?

Antes de qualquer coisa, dê bastante líquido à criança (para bebês de menos de 6 meses, o leite materno é a bebida ideal). É muito provável que ela fique desidratada por ter ficado muito tempo no sol.

Para aliviar o incômodo da queimadura, molhe uma fralda de pano ou gaze em água fria, retire o excesso de água e aplique devagar na área atingida por entre 10 e 15 minutos, algumas vezes por dia. Ou dê um banho de água morna para fria no bebê.
Você pode acrescentar um pouco de maisena à água ou uma colher de chá de bicarbonato de sódio, para aumentar a sensação de alívio.

O paracetamol ou algum outro analgésico infantil também podem ser dados ao bebê, na dose recomendada pelo pediatra, se o ardor estiver muito intenso. Não passe produtos oleosos na pele da criança, como vaselina, porque eles impedem que o calor e o suor sejam liberados, o que pode agravar a queimadura. Também evite sprays e produtos para queimaduras que contenham benzocaína, porque eles podem causar irritação ou reações alérgicas.

Você pode passar hidratantes à base de água ou aloe vera, específicos para bebês, para aliviar a coceira se a pele começar a descascar. Loções à base de calamina podem ser usadas, desde que não contenham cânfora. As com cânfora só podem ser aplicadas em crianças de mais de 2 anos.

A pele começa a descascar entre três e dez dias depois da queimadura. Não se assuste com um bebê tão pequeno já descascando. Faz parte do processo de cura da pele. Só tome cuidado extra com o sol, porque a pele fica mais sensível, e coloque no seu filho roupas confortáveis, de algodão.

Preciso procurar o médico por causa de uma queimadura de sol?

Queimaduras de sol podem ser mais graves do que parecem quando se trata de bebês, por isso telefone para o médico ou marque uma consulta se estiver preocupada. Se houver bolhas, é importante procurar atendimento médico nas primeiras 24 horas após a queimadura, pois pode ser um caso mais grave de queimadura de segundo grau.
Caso seu bebê fique com bolhas cheias de líquido, não as estoure nem as cubra com curativos, porque isso pode causar infecções. O médico é a melhor pessoa para decidir se a queimadura precisa ou não de curativo.
Quando a queimadura é grave, a criança pode ter febre ou muita dor. Às vezes, ela pode estar com insolação. Se seu filho vomitar ou desmaiar, procure socorro imediatamente.

As queimaduras terão consequências mais tarde?

Sim. Há estudos indicando que a ocorrência de queimaduras graves durante a infância eleva o risco de melanoma, a forma mais grave de câncer de pele, na vida adulta. Até 80 por cento da exposição total de uma pessoa ao sol acontece nos primeiros 18 anos de vida dela, e a exposição à radiação ultravioleta do sol é a principal causa de câncer de pele.
Crianças muito brancas, loiras, ruivas ou sardentas correm maior risco de sofrer consequências mais tarde, mas os efeitos nocivos do sol também podem afetar crianças
morenas.

Como evitar as queimaduras?

Não é difícil. Evite expor seu filho ao sol entre as 10h e as 15h, quando os raios ultravioleta são mais intensos, e aplique filtro solar (só em bebês maiores de 6 meses), com fator de proteção de pelo menos 15. Bonés e chapéus de abas largas também ajudam a proteger a pele da criança.

 

4- Repelente contra mosquito faz mal?

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Posso usar repelente em meu filho de 2 meses?

A maioria dos pediatras prefere que esse tipo de produto, mesmo os específicos para bebês, só seja usado depois dos 6 meses. As substâncias químicas presentes no repelente podem ser prejudiciais ao bebê e provocar reações alérgicas, já que nessa idade a pele é ultradelicada. Além disso, as substâncias podem ser absorvidas e provocar reações tóxicas.
Para afastar os mosquitos do quarto da criança, o método mais inofensivo à saúde é o uso de telas e mosquiteiros. Aparelhos de tomada que liberam inseticida podem ser prejudiciais nessa idade. O ideal é ligar o aparelho quando a criança não estiver no quarto, e depois desligá-lo. Se não houver outra saída, deixe o aparelho longe do berço do bebê, e não deixe de consultar o pediatra.
Outra opção é passar a loção repelente no lado externo da roupa da criança, tomando o cuidado para não aplicar em tecidos que ela possa colocar na boca. Velas de citronela também podem ser usadas, quando o bebê não estiver no quarto.

Como os repelentes contra mosquitos agem?

Os repelentes não matam os mosquitos. Mas, quando passados na pele, os repelentes impedem que os mosquitos piquem, por um período limitado. A duração desse período depende das substâncias químicas de que o produto é feito, e também de outros fatores, como a umidade ou o tipo de pele da pessoa.

Quais são as opções?

Os repelentes e inseticidas podem ser feitos a partir de substâncias químicas sintéticas ou de produtos naturais, como a citronela. O fato de ser natural, porém, não quer dizer que o produto não possa produzir irritações.
Também existem dispositivos que emitem ondas de ultra-som ou eletromagnéticas para repelir insetos. Os elétricos só funcionam em ambientes fechados, e pode ser necessário mais que um aparelho para cobrir toda a área. Também é preciso haver uma porta ou janela aberta para os insetos saírem do cômodo.
Como o som é inaudível para os seres humanos, eles aparentemente são seguros para o uso com bebês. Começam a surgir também modelos a pilha, que podem ser levados com a pessoa ao ar livre, mas nesse caso a eficácia não é garantida.

Como decidir que tipo de repelente ou inseticida usar?

Isso vai depender da sua necessidade e da idade da criança. Consulte a tabela abaixo:

Tipo de repelente/inseti-cida

Prós

Contras

Precauções

Loções, cremes e sprays para o corpo Eficazes em ambientes fechados Podem causar reação alérgica se usados em bebês. Só compre produtos de marcas conhecidas e que especifiquem a composição química. Consulte o pediatra antes de usar essas loções em bebês de menos de 6 meses.
Aparelhos de tomada em líquido ou pastilha Eficazes em ambiente fechado Liberam o inseticida pelo calor O mais seguro é usar em outros cômodos da casa que não o quarto do bebê. Se o problema de mosquitos for difícil de controlar na sua casa, consulte o pediatra para ver se ele libera o aparelho no quarto.
Sprays Eficazes em ambiente fechados e em áreas limitadas ao ar livre Substâncias nocivas podem ser inaladas Pode causar alergias e problemas respiratórios
Espirais Eficazes em ambientes abertos, em uma área limitada Os espirais emitem fumaça quando queimados Podem causar alergia e problemas respiratórios
Telas e redes mosquiteiras Eficazes desde que bem usadas Se ficarem abertas podem permitir a entrada de mosquitos Apesar de estarem meio fora de moda, os mosquiteiros são uma boa opção para bebês pequenos. Só verifique se não há mosquitos dentro dele, e lave-o com frequência para não acumular pó
Óleo essencial de citronela Eficaz na aplicação direta Pode causar reação alérgica e o efeito não é muito duradouro Óleos essenciais são muito fortes e não devem ser usados diretamente na pele de bebês e crianças pequenas.

O que mais posso fazer para manter a casa livre de mosquitos?

• Mantenha a casa e o quintal limpos e sem água empoçada.
Os mosquitos se reproduzem na água estagnada. Troque com frequência a água de animais domésticos, coloque areia nos pratos dos vasos e não deixe ao relento recipientes que possam acumular água.


• Vista roupas claras no seu filho.
Cores vivas e escuras parecem atrair insetos, portanto vale a pena tentar investir em roupas claras. Em locais onde há muitos insetos, prefira calças compridas e blusas de manga comprida, para deixar menos pele exposta. O Aedes aegypti, que transmite a dengue, costuma picar durante o dia e nas pernas e pés, portanto proteja essas áreas para evitar a doença.


• Evite perfumes fortes.
Sabonetes, cremes e perfumes podem atrair insetos. Nunca deixe alimentos descobertos em casa, e tenha cuidado especial com mel e doces.


• Pense na possibilidade de instalar telas mosquiteiras nas portas e janelas.
Embora o mosquito da dengue tenha hábitos diurnos, outros tipos de mosquito entram nas casas ao anoitecer. A instalação de telas impede a entrada dos insetos sem que as janelas precisem ser fechadas.


• Use mosquiteiro no berço e no carrinho.
Essa opção é segura enquanto o bebê não se mexe muito no berço. Verifique sempre se não há mosquitos sob o véu e lave-o com frequência.
Já existem mosquiteiros tratados com inseticida, que são recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), inclusive para adultos, no combate a doenças transmitidas por mosquitos, como a malária. Mas esse tipo de mosquiteiro, com tratamento de inseticida, ainda é difícil de encontrar e o preço é relativamente alto (acima de R$ 200). O inseticida fica ativo por até cinco anos, e o produto pode ser lavado.

beijinhos

4 comentários:

Solange Maia disse...

Letícia,

Ótimo post !
Queria ter lido quando Bebela era bebê !!!

Gostei muito dessas dicas !

beijo

Letícia Godoy disse...

Oi Sô,

Adoro recebê-la aqui no blog.
Tb adorei estas dicas e tudo que gosto venho dividir com os amigos.
Mas tm dicas que ainda servem para Bebela rsssss, adoro Bebela, sou viciada no blog dela.

Volte sempre!!

Beijinhos no coração

Adelson (Gerenciando Blog) disse...

Olá, Letícia!

Que ótimo artigo este! Muito importante para todos que têm bebês ou mesmo crianças em casa.

Parabéns!

Beijo!

Letícia Godoy disse...

Oi amigooooo,

Que bom que vc já voltou da férias, espero q tenha aproveitado bastante.

Vai guardando as dicas amigo para qdo chegar seus filhotes rssssss.

Beijinhossss

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